sábado, 21 de agosto de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Antes que ficasse muito tarde, os quatro deram uma pequena caminhada para longe das fogueiras e das lanternas do acampamento, até um lugar escuro e quieto onde pudessem se deitar e olhar maravilhados a Via-Láctea, espantosa e imensa sem a poluição das luzes da cidade. Mack era capaz de ficar horas deitado olhando aquela vastidão. Sentia-se incrivelmente pequeno, mas em paz. De todos os lugares em que a presença de Deus se fazia sentir, era ali, rodeado pela natureza e sob as estrelas, um dos mais tocantes. Quase podia ouvir o hino de adoração que os astros faziam ao Criador, e em seu coração relutante ele participava do melhor modo possível.
A cabana, parte 2 "A escuridão se aproxima",pág 32
de William P. Young
A cabana, parte 2 "A escuridão se aproxima",pág 32
de William P. Young
terça-feira, 13 de julho de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Alguns anseios
Que as flores de meu jardim nunca murchem,
Que eu consiga ser transparente
Que um sorriso, acalme sempre a minha alma
Que as irmãs mais velhas continuem sendo as mais chatas
Que minha mãe continue dizendo para que eu me sente na cadeira ao invés de sentar-me na mesa
Que meu novo cãozinho não seja comportado, e que todas as manhãs eu possa conversar com ele, explicando-o que não é certo fazer coco no quintal inteiro,
Que todas as noites eu possa sorrir de leve, antes de adormecer.
Que as portas dos sonhos suavemente abram-se para mim, os sonhos, onde o sol e a lua brilham juntos, onde a terra estará sempre coberta de flores.
Que eu sempre possa rir de sonhos loucos que tenho,
Que uma estrela vá sempre comigo no bolso,
Que eu preserve o gosto pelas coisas mais simples da vida
Que uma surpresa quebre sempre a rotina de meus dias
Que eu tenha sempre uma boa história para contar
Que eu continue lendo livros interessantes
Que eu consiga realizar meus sonhos
(e são tantos...).
Que eu consiga ser transparente
Que um sorriso, acalme sempre a minha alma
Que as irmãs mais velhas continuem sendo as mais chatas
Que minha mãe continue dizendo para que eu me sente na cadeira ao invés de sentar-me na mesa
Que meu novo cãozinho não seja comportado, e que todas as manhãs eu possa conversar com ele, explicando-o que não é certo fazer coco no quintal inteiro,
Que todas as noites eu possa sorrir de leve, antes de adormecer.
Que as portas dos sonhos suavemente abram-se para mim, os sonhos, onde o sol e a lua brilham juntos, onde a terra estará sempre coberta de flores.
Que eu sempre possa rir de sonhos loucos que tenho,
Que uma estrela vá sempre comigo no bolso,
Que eu preserve o gosto pelas coisas mais simples da vida
Que uma surpresa quebre sempre a rotina de meus dias
Que eu tenha sempre uma boa história para contar
Que eu continue lendo livros interessantes
Que eu consiga realizar meus sonhos
(e são tantos...).
sábado, 30 de janeiro de 2010
Acende velas e dança.
O corpo só conhece um ritmo: o coração é quem marca o tempo. Vontade faz às vezes de compasso e a alma gira.
Quando criança fazia o balanço ganhar altura para alcançar estrelas. Por isso, hoje rodopia enquanto canta.
Acredita que as notas mais altas são capazes de balançar o coração de Deus,
e que as mais baixas fazem com que ele se incline suave só para escutar.
Quando se sente só, canta baixinho, até encontrar um sorriso num gorjeio de passarinho.
Sua alegria é feita de grãos. Quando a felicidade lhe varandeia os olhos, contagia.
A saudade sempre lhe chega num pé de vento. E ela suspira. Tem uma flor geminando na alma. Sabe adornar um vazio: esse poço antigo enlaçado de flores. Amarelas. Onde se mata a sede.
Na mão aperta, com fé, uma estrela cadente: essa possibilidade.
Risca no ar um desejo enquanto se desfaz. Poeira lunar nos pés.
Raio de sol para fisgar novo dia. E um sopro suave para mudar o ar dessa noite.
Tira o laço vermelho que lhe apertava o peito, amarra nas bordas do dia.
A barra da saia pespontada de horizontes. O pensamento branco, branco. Azul. Amarelo. Verde. Uma paz inquieta. As unhas vermelhas e os cabelos escoando o orvalho desse novo dia.
No céu, nuvens de filó.
E a terra gira azul, azul, feito borboleta.
Sorri, o mundo dança.
O corpo só conhece um ritmo: o coração é quem marca o tempo. Vontade faz às vezes de compasso e a alma gira.
Quando criança fazia o balanço ganhar altura para alcançar estrelas. Por isso, hoje rodopia enquanto canta.
Acredita que as notas mais altas são capazes de balançar o coração de Deus,
e que as mais baixas fazem com que ele se incline suave só para escutar.
Quando se sente só, canta baixinho, até encontrar um sorriso num gorjeio de passarinho.
Sua alegria é feita de grãos. Quando a felicidade lhe varandeia os olhos, contagia.
A saudade sempre lhe chega num pé de vento. E ela suspira. Tem uma flor geminando na alma. Sabe adornar um vazio: esse poço antigo enlaçado de flores. Amarelas. Onde se mata a sede.
Na mão aperta, com fé, uma estrela cadente: essa possibilidade.
Risca no ar um desejo enquanto se desfaz. Poeira lunar nos pés.
Raio de sol para fisgar novo dia. E um sopro suave para mudar o ar dessa noite.
Tira o laço vermelho que lhe apertava o peito, amarra nas bordas do dia.
A barra da saia pespontada de horizontes. O pensamento branco, branco. Azul. Amarelo. Verde. Uma paz inquieta. As unhas vermelhas e os cabelos escoando o orvalho desse novo dia.
No céu, nuvens de filó.
E a terra gira azul, azul, feito borboleta.
Sorri, o mundo dança.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Palavras flutuam como uma chuva sem fim dentro de um copo de papel.
Elas se mexem selvagemente enquanto deslizam pelo universo. Um monte de mágoas, um punhado de alegrias estão passando por minha mente
Me possuindo e acariciando.
Imagens de luzes quebradas que dançam na minha frente como milhões de olhos, eles me chamam para ir pelo universo.
Pensamentos se movem como um vento incansável dentro de uma caixa de correio.
Elas tropeçam cegamente enquanto fazem seu caminho pelo universo.
Sons de risos, sombras de amor estão tocando meus ouvidos abertos.
Um amor incondicional sem limites que brilha em minha volta como milhões de sóis.
E me chamam para ir pelo universo.
Elas se mexem selvagemente enquanto deslizam pelo universo. Um monte de mágoas, um punhado de alegrias estão passando por minha mente
Me possuindo e acariciando.
Imagens de luzes quebradas que dançam na minha frente como milhões de olhos, eles me chamam para ir pelo universo.
Pensamentos se movem como um vento incansável dentro de uma caixa de correio.
Elas tropeçam cegamente enquanto fazem seu caminho pelo universo.
Sons de risos, sombras de amor estão tocando meus ouvidos abertos.
Um amor incondicional sem limites que brilha em minha volta como milhões de sóis.
E me chamam para ir pelo universo.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
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