quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Caminhando contra o vento
Sem lenço e sem documento
No sol de quase novembro
Um violão,
Que cessa o silêncio
Por entre fotos e nomes
Os olhos cheios de cores
Sem fome, sem telefone.
Alguns sorrisos no caminho
E eu continuo ali



Raios de sol no céu da cidade

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